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#CuriosidadesDaQuímica - Você tem ou gosta de tatuagens? Permanentes ou temporárias, as tatuagens são conhecidas há mais de 5 mil anos e tem cada vez mais ganhado espaço no meio cultural e estético. Com exceção da Henna (Lausona ou IUPAC: 2-hidroxi-1,4-naftoquinona), a maioria das tintas de tatuagem são feitas à base de pigmentos derivados de sais de metais de transição (átomos não possuem orbital “d” mais energético totalmente preenchido ou que são capazes de formar cátions com orbital d incompleto), possibilitando a formação de compostos coloridos em pelo menos um de seus níveis de oxidação.
 
Essas tintas são normalmente obtidas por suspensão de um corante num líquido apropriado: água, álcool, glicerina, ou uma mistura destes. Os corantes variam muito na sua composição, mas para serem registrados e comercializados no Brasil, é preciso atender à legislação vigente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 
Graças à Química e à biotecnologia, novas tintas removíveis têm surgido no mercado. Elas são baseadas em corantes que podem ser absorvidos e degradados pelo organismo. O corante absorvível é envolvido numa cápsula transparente que garante a sua permanência na pele enquanto o dono da tatuagem desejar. A cápsula protetora é feita de um material sensível à luz, que se decompõe quando irradiado com um laser apropriado. Em algumas horas a tatuagem desaparece sem deixar qualquer marca.
 
(Fontes: A Química das Coisas; Compartilhando Química)
 
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